observações: só tomem cuidado que esse conto tem umas insinuações de cenas indicadas pra maiores de 17 anos, ok?
― Ah, ― ouço Kevin fechar os olhos para não gargalhar, embora o sorriso alegre se pendure no rosto. ― cala essa boca, diabos. Sabe o quanto doí rir?!
― Ah, ― ouço Kevin fechar os olhos para não gargalhar, embora o sorriso alegre se pendure no rosto. ― cala essa boca, diabos. Sabe o quanto doí rir?!
Sei que sou o rapaz de dezoito anos mais
feliz do Brasil nesta sexta-feira de junho, ás duas da tarde e com frio. Não é por
que o Dia dos Namorados é daqui a cinco dias ou por eu ganhar uns pacotes de
bombons de algumas meninas do condomínio onde moro, mas sim por Kevin... estar bem.
―
Não pensei nisso, foi mal. ― sorrio, sentado em uma poltrona azul ao lado do
leito de hospital, acariciando a mão dele por debaixo do cobertor quente. ― Só
estou feliz que não tenha se tornado algo mais sério. Foi bom os médicos terem
cuidado bem de suas costelas. Você ficou aí por dois meses. ― espio o soro
pendurado por um gancho de um cabo de metal.


